Taxas do Mercado M. de Fernão Ferro descem 10% por proposta do PS


Já tinha sido uma promessa eleitoral em Outubro e o PS Fernão Ferro cumpriu com o que se tinha comprometido. Em 2018 os comerciantes do Mercado Municipal terão um alivio nos seus custos fixos.

Em reunião de direito de oposição, realizada há umas semanas o PS tinha entregue um documento com 3 propostas (ver: Direito de Oposição 2018) que gostaria de ver integradas no Orçamento e GOP para 2018.
O Presidente Carlos Reis aceitou trabalhar duas delas (proposta 2 e 3) mas recusou a redução de taxas de 10% para os comerciantes do Mercado (proposta 1).

Esta recusa manteve-se no documento de Taxas apresentado a discussão na Assembleia de Freguesia de 28.12.17 e o PS manifestou desde logo a sua recusa em apoiar este documento como estava, apenas o fazendo se no mesmo constasse a redução antes sugerida.
Feita a proposta, que foi acompanhada pelos eleitos da CDU, a mesma acabou aceite em plena Assembleia pelos eleitos Somos Fernão Ferro/Independentes e executivo.
Acabou votada com 12 votos do PS, CDU e SFF e 1 abstenção do PSD

Deste modo os comerciantes verão reduzido em 10% o seu custo com rendas pagas à autarquia. Um pequeno, mas importante incentivo.

Em relação ao orçamento, o PS Fernão Ferro considera que o mesmo não é suficiente e que não reflete a capacidade da Junta de Freguesia, nem mostra ambição no que podia mostrar. Ainda assim, até para que o eleito independente não faça a sua habitual queixa sobre a ingovernabilidade a que o “possam sujeitar”, o PS entendeu abster-se na votação. Deste modo o Orçamento e GOP2018 foi aprovado apenas com os votos dos independentes/Somos Fernão Ferro.

Como primeiro eleito do PS na AF Fernão Ferro, Rui Pereira, na declaração final referiu “este é um orçamento que consideramos incapaz, mas sendo o primeiro ano do mandato não será por um voto contra do PS que o Presidente não poderá tentar colocar o mesmo em prática, no entanto fica já a referência para que o orçamento de 2019, se for neste sentido e com este grau de incapacidade executiva, terá o voto contra do PS